Dra.Patrícia Barros

Pediatra em Indaiatuba, SP

Cuidado da criança e de quem cuida dela.

Pediatria para crianças e adolescentes e orientação familiar para compreender cada fase, cada contexto e cada família.

Dra. Patrícia Barros, médica pediatra. CRM-SP [000000], RQE [000000]

Dra. Patrícia Barros, de blusa bordada em tom pêssego, apoia os braços no encosto de uma poltrona branca e sorri com a mão no rosto.

Orientação familiarcom ou sem a criança.

Presencial em Indaiatuba

Orientação por vídeo

Quando a criança passa por uma fase, a família também passa por ela.

Quando alguma coisa muda no comportamento ou na rotina, é comum que outros profissionais entrem nessa história. Psicólogo, terapeuta ocupacional e tantos outros podem fazer parte desse cuidado.

Mas, no meio de tantas orientações, os pais também precisam de espaço para entender o que está acontecendo e descobrir como seguir.

É aí que eu entro, no olhar para a criança, para quem cuida dela e para tudo o que existe entre essas relações.

Dra. Patrícia Barros, de camisa clara e colar de contas, sorri com a mão apoiada no queixo.

A infância é onde tudo começa, e o lar é o ninho onde tudo começa.

Sou pediatra desde os 22 anos e mãe de três.

Ser mãe ampliou meu olhar sobre quem cuida. E os anos morando fora do Brasil me ensinaram a enxergar a criança para além do consultório: na escola, na rotina, nas relações e no mundo em que ela vive.

O caminho que me trouxe até aqui

  1. Pediatria, aos 22 anos

    Escolhi a pediatria porque queria acompanhar a criança ao longo de suas diferentes fases e estar perto da família durante essas mudanças.

  2. Anos morando fora

    Tive a oportunidade de trabalhar dentro da escola da minha própria filha. Foi ali que passei a observar as crianças também no dia a dia, fora do ambiente do consultório.

  3. Formação em parentalidade, nos Estados Unidos

    Me formei [Instituição e ano a confirmar] e passei anos ajudando pais, quase sempre mães, nos desafios da criação.

  4. De volta ao Brasil

    Voltei há cerca de dois anos e meio, retomei a pediatria e atendo também pelo SUS.

  5. Neurociência e trauma na infância

    Certificação em andamento [Instituição e ano a confirmar].

Hoje, sou a pediatra que olha para o todo. Para a criança, quem cuida dela e o contexto em que essa relação acontece.

Cada família pode precisar de um caminho diferente.

Vamos conversar sobre o que está acontecendo e definir juntos qual forma de cuidado faz mais sentido para vocês.

Dra. Patrícia sentada à mesa de atendimento, sorrindo, com plantas e uma janela de luz natural ao fundo.

Consulta pediátrica

Do recém-nascido à adolescência, as consultas acompanham o crescimento, desenvolvimento, vacinas e as dúvidas do dia a dia. Comportamento, sono e rotina também fazem parte da conversa, porque cuidar da saúde é olhar para a criança como um todo.

Presencial, em Indaiatuba

Dra. Patrícia diante do notebook, junto a uma janela com plantas, durante um atendimento online.

Orientação familiar

Um espaço para os pais entenderem o que está acontecendo e encontrarem uma estratégia possível para a família. Ninguém sai daqui com uma receita de como criar os filhos, cada família tem uma realidade única, e o caminho precisa fazer sentido para quem vive aquela realidade.

É voltado para famílias de crianças e adolescentes de 6 a 18 anos, com ou sem a criança presente.

Presencial ou por vídeo

Dra. Patrícia de braços abertos diante de dois quadros que juntos formam uma borboleta feita de flores secas em tons de coral.

O caminho que eu faço com vocês

Esse caminho vai ganhar um nome próprio: [NOME DO MÉTODO].

  1. Escutar sem julgar

    Na primeira conversa você conta o que está acontecendo, inclusive o que dá vergonha de dizer em voz alta. Aqui ninguém leva bronca.

  2. Olhar para o todo

    O que acontece com uma criança raramente está isolado. Eu olho para ela, para quem cuida, para a escola, para o sono, para a rotina e para as mudanças que a família está vivendo.

  3. Construir o caminho juntos

    Com cada família, a gente conversa sobre o que é possível fazer nesta casa, nessa rotina, neste momento. O objetivo não é encontrar uma resposta pronta, mas construir um caminho que faça sentido para vocês.

  4. Acompanhar o processo

    Nos retornos, a gente observa o que mudou, entende o que funcionou e ajusta o caminho quando necessário. Cada família tem seu tempo, e o acompanhamento acontece ao longo desse processo.

Quando a orientação familiar ajuda

  • Quando um comportamento mudou e a família não sabe mais como lidar
  • Ansiedade, medos, birras que não passam, agressividade
  • Dificuldade escolar e conversas tensas com a escola
  • Suspeita ou diagnóstico recente de TDAH, TEA ou TOD
  • Separação, novo casamento, luto ou outra mudança grande na família
  • Pais sobrecarregados, com a sensação de que já tentaram de tudo

Meu papel dentro da rede de cuidado

Eu não faço diagnóstico de TDAH, de autismo ou de transtornos do comportamento. Essa investigação é conduzida pelo psiquiatra da infância e da adolescência ou pelo neuropediatra.

O meu trabalho é acolher a família, organizar o que ela já ouviu de tantos profissionais, ajudar a escolher o próximo passo e continuar cuidando junto com a equipe que acompanha o seu filho.

Como funciona, na prática

  1. Você manda uma mensagem

    Conte em poucas linhas o que está acontecendo. A gente escolhe o formato: consulta pediátrica ou orientação familiar, presencial ou por vídeo.

  2. A gente marca

    Você recebe o horário e o endereço, ou o link da chamada, e a lista do que vale levar: carteira de vacinação, exames, relatórios da escola e de outros profissionais e as perguntas que anotou.

  3. A consulta

    Tem espaço para contar a história inteira, sem pressa de resumir. Você sai com o que conversamos organizado e com o próximo passo combinado.

  4. O retorno

    Combinamos quando voltar a conversar e o que observar até lá. [Definir como funciona o contato entre consultas.]

Onde eu atendo

Presencial, em Indaiatuba

EEMA Saúde Materno-Infantil
Rua Cerqueira César, 631, Centro
Indaiatuba, SP

Dias e horários: [a confirmar]

Abrir no Google Maps

Por vídeo, de onde vocês estiverem

A orientação familiar pode ser feita por vídeo, para famílias de qualquer cidade ou país. Trabalhei assim durante os anos em que morei fora do Brasil.

Teleconsulta pediátrica: [confirmar se será oferecida]

Dra. Patrícia de pé no consultório, com a mão no encosto da poltrona branca, ao lado da mesa de atendimento.

Dúvidas

As perguntas que as famílias mais fazem antes da primeira consulta.

Não achou a sua? Mande pelo WhatsApp. Quem responde sou eu.

Perguntar no WhatsApp
Atende por convênio?

[Definir: lista de convênios aceitos ou atendimento somente particular.] Pergunte pelo WhatsApp antes de marcar, assim você já sabe como fica.

Dá para fazer online?

A orientação familiar, sim, por vídeo e para famílias de qualquer lugar. A consulta pediátrica é presencial, porque o exame físico faz parte do atendimento. [Confirmar se haverá teleconsulta pediátrica de retorno.]

Posso ir sem o meu filho?

Pode. Boa parte da orientação familiar acontece só com os pais, às vezes com um dos dois. Nesse momento, quem precisa de espaço para falar são vocês.

Meu filho já é adolescente. Ainda é caso de pediatra?

É, sim. A pediatria acompanha até o fim da adolescência, e a segunda infância e a adolescência são justamente as fases em que eu escolhi me aprofundar.

Você faz diagnóstico de TDAH ou de autismo?

Não. Essa investigação é conduzida pelo psiquiatra da infância e da adolescência ou pelo neuropediatra.

Eu ajudo a família a entender o caminho e a escolher para quem ir, e sigo cuidando enquanto a investigação acontece, junto com os profissionais que já acompanham a criança.

O que eu levo na primeira consulta?

Carteira de vacinação, exames e relatórios anteriores, incluindo os da escola e de outros profissionais, e as perguntas que você anotou. Se não der tempo de juntar tudo, traga só as perguntas. O resto a gente organiza depois.

O que acontece com o que eu escrevo no formulário?

Nada fica salvo no site. O formulário só monta o texto e abre o WhatsApp com a mensagem pronta. Você revisa e decide se envia.

Dra. Patrícia, de blusa vinho e casaco de renda branca, sorri e estende a mão em direção a quem vê a foto.

Vamos conversar?

Preencha o que quiser e o site monta a mensagem para você enviar pelo WhatsApp. Se preferir, escreva direto por lá.

Ou do adolescente, por exemplo: 13 anos. Pode deixar em branco.
O que você procura?
Uma ou duas frases já ajudam. Não precisa contar tudo agora.

Nada do que você escrever fica salvo aqui. O WhatsApp abre com a mensagem pronta, e você decide se envia.

Falar no WhatsApp